Postado por: Mundo Verde em 14 de Novembro de 2011
Hoje, 14 de novembro, é o Dia Mundial do Diabetes e o tema é “Diabetes, Educação e Prevenção”.
De acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde, mais de 220 milhões de pessoas têm a doença e este número pode ser maior que o dobro em 2030. E apesar do número crescente, um estudo realizado em nove capitais brasileiras revelou que apenas 46% dos pacientes desconheciam seu diagnóstico.
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Postado por: Mundo Verde em 31 de Agosto de 2011
Em 31 de agosto celebramos o Dia do Nutricionista. Este profissional desempenha função essencial em nossas vidas, pois além de indicar o que podemos ou não comer, ele faz um levantamento detalhado dos nossos hábitos alimentares, estuda as melhores maneiras para mantermos o peso sem passar por privações e nos auxilia também no tratamento de diversas doenças relativas ao excesso alimentar ou à carência nutricional.
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Postado por: Mundo Verde em 26 de Abril de 2010
Que tal começar a semana experimentando novos sabores? Já pensou em trocar aquele bife de todos os dias por uma alimentação mais verde e mais saudável? Essa é a proposta do movimento Segunda sem Carne.

A Segunda sem Carne é uma campanha da Sociedade Vegetariana Brasileira, em parceria com a Secretaria do Verde e do Meio-ambiente da Prefeitura de São Paulo. O objetivo é incentivar a redução do consumo de carne e apoiar diretrizes emitidas pelo Ministério da Saúde. Há também uma versão gringa da campanha, a Meet Free Monday.
A redução das carnes, com consequente aumento do consumo de leguminosas, frutas, cereais (de preferência integrais) legumes e verduras é recomendada pelo Guia Alimentar para a População Brasileira do Ministério da Saúde.
No documento, o Ministério da Saúde esclarece que os alimentos de origem animal só integram um cardápio saudável se em consumo moderado. Mas, no Brasil, o consumo de carnes deixou de ser moderado há muito tempo, fazendo com que o brasileiro se exponha de forma excessiva aos malefícios da ingestão desenfreada de carne.
O portal da campanha Segunda sem Carne admite que a retirada da carne do cardápio às segundas-feiras provavelmente não será ainda suficiente para ajustar o cardápio brasileiro marcado pelo seu consumo excessivo, mas é uma atitude positiva em direção à melhor educação e abertura a novos sabores.
Além da questão alimentar, há também uma preocupação com o respeito pelos animais. A competição para produzir carne, ovos e derivados de leite baratos tem levado o “agribusiness” a tratar os animais como objetos e mercadorias. Os animais são mantidos em galpões abarrotados ou cocheiras estreitas. Um grande número de bois de corte, vacas leiteiras, leitões, galinhas e perus são criados nessas condições.
A tortura e a morte de animais para alimentação é incompatível com uma cultura de paz. A alimentação sem carne é uma forma de praticar a não-violência.
A campanha se baseia também em um terceiro pilar, pela proteção ao planeta Terra. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) a indústria de carne é responsável por 18% das emissões globais de gases causadores do efeito estufa, ao passo que todos os transportes somados geram 13%.(1).
O Ministério da Agricultura afirma que só no Brasil, a pecurária gera diretamente 80% do desmatamento no bioma amazônico. A criação de animais para abate é uma forma ineficiente de produzir alimentos: para cada quilo de proteína animal são necessários de 3 a 10 kg de proteína vegetal (milho, soja etc.).

A nutricionista da Rede Mundo Verde, Flávia Morais, endossa o coro de que é possível viver de forma saudável e prazerosa sem fazer uso de alimentos de origem animal.
Dar preferência a proteínas vegetais favorece ainda o controle de peso, a redução do risco de doenças do coração e de desenvolver formas de câncer, principalmente o de intestino.
Uma dieta sem produtos animais é pobre em gordura, isenta de colesterol e rica em fibras, vitaminas e minerais. As proteínas vegetais, principalmente quando combinadas, são de alto valor biológico, contem todos os aminoácidos necessários para a formação de tecidos do nosso corpo.
Boas sugestões de proteínas vegetais são:
- Feijões, ervilha, lentilha, grão de bico;
- Soja e derivados (Proteína de soja, tofu, extrato de soja);
- Oleaginosas como nozes, amêndoas, castanhas, amendoim;
- Cereais integrais como arroz, quinua e amaranto;
- Sementes de gergelim e tahine;
- Sementes de girassol e de abóbora;
Seja pelas pessoas, pelos animais ou pelo Planeta, há motivos suficientes para aderir à campanha Segunda sem Carne. Que tal começar hoje?
FONTE: Segunda sem Carne
Vegetarianismo no Mundo Verde:
Postado por: Mundo Verde em 20 de Maio de 2009
Um dos assuntos de maior destaque na mídia nas últimas semanas tem sido a gripe suína, seu avanço pelo mundo e as consequências do aumento de número de casos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, há mais de 9.800 casos confirmados em 40 países.
Todo o debate em torno dessa doença respiratória que teve origem em porcos a partir da combinação de material genético de diferentes vírus de gripe fez com que a nutricionista da Franquia Mundo Verde, Bruna Murta, escrevesse um artigo sobre as relações entre a gripe suína e o consumo de alimentos. Confiram o que ela diz sobre nossos hábitos alimentares e a escolha pelo vegetarianismo:
A grande demanda por produtos fabricados com a carne de porco, em virtude do constante crescimento do consumo desses derivados, faz com que a criação desses animais aumente a cada dia. Em 1965, havia nos EUA cerca de 53 milhões de porcos espalhados entre mais de um milhão de currais. Hoje, mais de 65 milhões de porcos concentram-se em 65 mil instalações. Esse grande aumento na criação desses animais significa um amontoamento de dezenas de milhares de animais com sistemas imunológicos debilitados. Cientistas advertem sobre o perigo das granjas industriais: a contínua circulação de vírus nestes ambientes aumenta as oportunidades de aparição de novos vírus mais eficientes na transmissão entre humanos.
Há relatos de que nos EUA, há regiões onde a população de porcos chega a cinco para cada habitante. Esse dado nos mostra como estão as regiões onde há criação de porcos, com todos os restos fecais que são expostos em grandes tanques, nos quais são colocadas as fezes e jogados os porcos que morrem e demais dejetos orgânicos.
Algumas empresas de produção de derivados da carne de porco podem estar diretamente ligadas ao surto da gripe suína. Em muitas delas, os resíduos orgânicos e fecais produzidos não são tratados adequadamente, levando à contaminação da água e do vento.
Diante disso, é importante que passemos a questionar a origem e a forma de como se produz o que comemos.
Uma das principais razões que leva as pessoas a se tornarem vegetarianas é o respeito pelos animais, a fim de eliminar todos os tipos de exploração e experiências feitas com eles. A competição para produzir carnes e outros derivados dos animais faz com que os mesmos sejam tratados como objetos e mercadorias. As condições em que são criados são cada vez piores: espaços minúsculos, condições estressantes, más condições de transporte, as crias são tiradas de suas mães, etc.
Um exemplo disso são os porcos que, por serem sensíveis ao estresse, adoecem com muita facilidade quando são transportados ao matadouro ou para engorda em uma região distante. Geralmente são mantidos no escuro por aproximadamente 24 horas para se acalmarem. As mães são impedidas de cuidar de suas crias, e somente as alimentam para que engordem. Os filhotes são levados ao desmame após 3 a 4 semanas de vida, ao invés das 14 semanas naturais. Com cerca de 70 dias de vida são levados à engorda, onde são colocados em cubículos, em pavimentos de grades sem palha, provocando feridas nas suas patas. Estes animais sofrem de estresse severo devido à limitação de seus movimento e, frustrados, acabam adoecendo. Daí o excesso de antibióticos.
As dietas vegetarianas proporcionam vantagens econômicas, além de contribuírem para erradicar a fome no mundo. Cerca de 33% dos grãos produzidos no mundo são para alimentar os animais criados para o consumo humano. Com o aumento do vegetarianismo, poderá haver muito menos pessoas subnutridas ou que morram de fome em todo o mundo.
Ao ser vegetariano, privilegia-se o respeito pelo outro e pelos animais. Ser vegetariano é, sem dúvida, uma forma mais harmoniosa e compassiva de encarar os animais e o mundo. Uma opção mais natural de vida e de estar em sintonia com natureza e consigo próprio.

O vegetarianismo é uma escolha pelo bem de muitas vidas
E você, o que acha? É adepto do vegetarianismo? Conte sua experiência! Comente e partilhe suas opiniões!