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4 de February de 2012

Alimentos x Enxaqueca

Postado por: Mundo Verde em 28 de Novembro de 2011

A enxaqueca é uma doença crônica, que apresenta dor latejante ou pulsátil, o que faz com que o ritmo das batidas do coração aumente ou diminua.

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Você está atento ao que come?

Postado por: Mundo Verde em 29 de Julho de 2011

A maioria dos brasileiros combina a dieta do dia a dia, baseada no arroz e feijão, associados a alimentos compostos por baixo teor de nutrientes e alto conteúdo calórico. Além disso, há exagero no consumo de refrigerantes e redução na ingestão de frutas, legumes e verduras.

De acordo com levantamento recente feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a rotina alimentícia de 90% dos brasileiros está fora do padrão recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

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Saiba mais sobre a Diabetes

Postado por: Mundo Verde em 8 de Novembro de 2010

O açúcar em quantidades elevadas no sangue pode ser sinal de uma doença: a Diabetes Mellitus. Quando há falhas na produção da insulina, a glicose não é transportada adequadamente para as células, provocando o risco de diversas doenças como infarto do coração, derrame cerebral, insuficiência renal, problemas visuais e lesões de difícil cicatrização, entre outras complicações.

A Organização Mundial de Saúde estima que cerca de 240 milhões de pessoas sejam diabéticas no mundo e esse número deve aumentar em mais de 50% até 2025. Não existe cura para a diabetes, mas há vários tratamentos que podem proporcionar mais saúde e qualidade de vida para o portador.

Os diabéticos devem retirar alimentos que contenham sacarose (açúcar) da sua dieta. A prática de atividades físicas deve ser adotada, para ajudar no controle do peso e melhorar a utilização da glicose. Uma outra orientação importante é adotar horários para se alimentar. Recomenda-se comer de cinco a seis refeições por dia, com um intervalo de três horas entre elas, evitando ficar em jejum por tempo prolongado e realizar uma refeição antes de dormir.

As nutricionistas da Rede Mundo Verde Thais Souza e Nathalia Lautherbach preparam algumas dicas de alimentos benéficos a quem tem diabetes. Confira:

Cereais integrais: as fibras presentes nestes alimentos retardam a absorção de glicose, facilitando o controle da glicemia. Substitua os cereais refinados pelos integrais, consuma: arroz integral, pão integral, biscoitos integrais, quinua, amaranto e massas integrais. O farelo de aveia e a semente de linhaça também devem ser utilizados, podendo incrementar sucos, vitaminas, iogurtes, dentre outras preparações.

Farinha de Banana Verde: fonte de amido resistente, retarda os processos de digestão e absorção. Assim, a glicose é absorvida mais lentamente, mantendo a glicemia controlada. Pode ser acrescida em sucos, vitaminas e iogurtes ou utilizada na preparação de receitas de pães, bolos e cookies.

Adoçantes: são utilizados em substituição ao açúcar, que deve ser excluído da dieta do diabético. Opções são a estévia e a sucralose, que podem ser utilizadas para adoçar sucos, chás, vitaminas e cafés. Para preparo de receitas de bolos, pães, biscoitos que necessitam de aquecimento, deve-se utilizar aqueles que são para uso em forno e fogão. Para os diabéticos controlados há a opção de utilizar o agave, que possui baixo índice glicêmico, ou seja, aumenta a glicemia de forma lenta.

Hortaliças Orgânicas: são fontes de fibras, vitaminas e minerais, importantes para o funcionamento adequado do organismo. Devem ser incluídas nas principais refeições visando auxiliar o controle das taxas de glicose. Recomenda-se iniciar as principais refeições pelo consumo de uma salada de vegetais crus.

ATENÇÃO: É importante estar sempre atento ao rótulo do produto. Para que o diabético possa consumi-lo deve estar escrito sem adição de açúcar ou zero açúcar.

No próximo post, você vai ver que o diabético não precisa perder o sabor para ter uma alimentação saudável. Vamos falar de duas receitas deliciosas aqui no Blog Mundo Verde!

Detox – Conheça mais sobre as dietas desintoxicantes

Postado por: Mundo Verde em 30 de Julho de 2010

No último domingo, a Revista do jornal O Globo publicou uma matéria sobre as Detox – Dietas Desintoxicantes. O objetivo delas é aumentar a eliminação de toxinas através da urina e das fezes. As toxinas, conhecidas como xenobióticos, estão presentes na alimentação industrializada, em medicamentos e em poluentes do ar e da água e podem prejudicar a saúde e o funcionamento do corpo.

Para saber se você precisa de uma dieta de desintoxificação, repare se você sente estes sintomas:

  • Gosto amargo ou metálico na boca
  • Falta de apetite pela manhã
  • Dificuldade na perda de peso, mesmo fazendo dieta
  • Déficit de memória
  • Concentração ruim
  • Depressão
  • Dor de cabeça ou enxaqueca
  • Tontura
  • Fadiga generalizada

Se você verificou a presença deles, é provável que as toxinas estejam fazendo mal ao seu corpo. Nesta situação, o melhor a fazer é procurar uma nutricionista para que ela possa receitar o melhor tipo de dieta para você. O processo de desintoxificação ocorre principalmente no fígado e depende de uma série de nutrientes, que podem ser sugeridos por um profissional especializado.

A nutricionista da Rede Mundo Verde, Flávia Morais, preparou algumas dicas para ficarmos longe das toxinas no nosso dia-a-dia. Confira:

  • Reduzir o consumo de alimentos de origem animal.
  • Entre carne e ovo opte pelo ovo, que tem menos toxinas que as carnes.
  • Ao comer peixes, prefira os de tamanho menor como a sardinha ao invés do atum.
  • Prefira alimentos orgânicos, cultivados sem agrotóxicos, pesticidas ou adubos químicos.
  • Evite alimentos embalados em plásticos, principalmente manteigas e óleos.
  • Troque suas panelas pelas feitas de inox.
  • Prefira alimentos naturais, livres de corantes e conservantes químicos.
  • Não fume e evite a exposição à fumaça de cigarro.

  • Evite o consumo abusivo de álcool.
  • Faça uso racional de medicamentos. Evite a automedicação.
  • Prefira borrifar seu perfume na roupa e não na pele, alguns perfumes têm como fixador o arsênico, substância tóxica que representa riscos à saúde.
  • Evite desodorantes antitranspirantes, pois o suor é uma importante via de detox e não deve ser inibida.
  • Evite a exposição a produtos de limpeza, prefira os biodegradáveis.

Agora, a dica mais importante: adote uma postura mais otimista na vida e evite pensamentos tóxicos. Assim é possível viver com mais qualidade de vida e saúde!

Dieta eficiente é dieta saudável

Postado por: Mundo Verde em 4 de Abril de 2010

Perder alguns quilos extras é sempre um dos motivos principais para iniciar uma dieta. Mas a nutricionista da Rede Mundo Verde Flávia Figueiredo alerta que é indiscutível a importância, do ponto de vista nutricional, de uma alimentação adequada em qualquer idade, para assegurar o crescimento e o desenvolvimento fisiológico, a manutenção da saúde e do bem-estar do indivíduo.

Ao manter a forma física e alimentar-se de forma adequada, reduz-se o risco de desenvolver doenças relacionadas à alimentação, como doenças do coração, diabetes e câncer, além de proteger-se contra infecções, já que os nutrientes reforçam as defesas do organismo.

Para adotar uma dieta equilibrada, veja algumas dicas:

  1. Realizar de 5 a 6 refeições por dia (desjejum, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia), de 3 em 3 horas. Essa prática obriga-nos a  comer menos em cada uma delas, já que não haverá longos períodos de jejum. Ótimas opções de lanche entre as principais refeições são as frutas secas (damasco, banana, uva, maçã, abacaxi) e as oleaginosas (nozes, castanhas, pistache, amêndoa, avelã);
  2. Incluir cereais integrais no cardápio (arroz, pão e macarrão integrais, aveia, quinua, amaranto, centeio, cevada). São ricos em fibras que causam saciedade, auxiliam no controle dos níveis de glicose e colesterol sanguíneos, além de regularizarem o trânsito intestinal;
  3. Ingerir frutas, verduras e legumes diariamente, dando preferência às de época e orgânicas, que possuem maior teor nutritivo – são fontes de vitaminas e minerais que estimulam o sistema imunológico e protegem contra vírus e infecções;
  4. Reduzir o consumo de carnes gordurosas (carne vermelha, carne de porco), que são ricas em gordura saturada; optar por carnes magras (peixes, peito de frango) de preferência orgânicas;
  5. Evitar as frituras em geral. Preferir preparações cozidas, assadas e grelhadas;
  6. Ao cozinhar os legumes, utilizar o sistema “a vapor”. Este método ajuda a preservar melhor os nutrientes e, ainda, evita adição de gordura;
  7. Preferir os óleos vegetais prensados a frio, que são ricos em gorduras insaturadas benéficas ao organismo, pois auxiliam na redução dos níveis de colesterol. Por exemplo: azeite de oliva extravirgem, óleo de linhaça, óleo de macadâmia, óleo canola, óleo de gergelim, etc;
  8. Diminuir a ingestão de produtos embutidos e industrializados, ricos em sódio, açúcar refinado e gordura trans, todas substâncias que em excesso, são nocivas ao organismo;
  9. Reduzir o consumo de bebidas alcoólicas e refrigerantes. Quando não houver tempo para preparar um suco de frutas natural, optar pelos sucos prontos orgânicos ou chás gelados;
  10. Evitar a ingestão de líquidos durante as refeições, pois esse hábito atrapalha o processo digestivo;
  11. Cuidado com a adição de sal nos alimentos. Usar outros temperos para realçar o sabor dos alimentos, como as ervas aromáticas: alecrim, orégano, açafrão, cominho, tomilho;
  12. Evitar o consumo exagerado de açúcar; preferir adoçantes naturais como o extrato de agave, que possui baixo índice glicêmico, ou seja, é absorvido lentamente pelo organismo, além de conter minerais, como ferro, cálcio, potássio e magnésio;
  13. Fazer as refeições em local calmo, longe da televisão e mastigando bem os alimentos. Uma boa mastigação estimula o centro da saciedade e, assim, é possível satisfazer-se com menores quantidades de comida;
  14. Ingerir água (cerca de 8 a 10 copos) todos os dias para garantir a hidratação adequada, melhorar o funcionamento do intestino, facilitar a filtração do sangue e desintoxicar o organismo;
  15. Praticar exercício físico regularmente. Além de prevenir o sobrepeso e a obesidade, melhora a oxigenação, a circulação sanguínea, aumenta a disposição e a resistência do organismo.

Com ou sem glúten?

Postado por: Mundo Verde em 10 de Dezembro de 2009

Já postamos outras vezes sobre o glúten aqui no Blog, proteína presente no trigo, aveia, centeio, cevada e malte. Algumas pessoas não digerem da maneira adequada esta proteína e apresentam sintomas como constipação intestinal, rinite, asma, artrite, prurido, dermatite, acne, além de alterações de humor, ansiedade, depressão e síndrome do pânico.

com ou sem glúten

Há também os portadores de doença celíaca, uma doença autoimune caracterizada por lesão da mucosa do intestino, desencadeada pelo consumo de alimentos que contenhan glúten.

A nutricionista da Rede Mundo Verde, Flávia Morais, preparou algumas dicas essenciais para uma dieta sem glúten, confiram:

  1. Os alimentos como trigo, aveia, centeio e cevada podem ser substituídos por arroz integral, trigo sarraceno, quinua, amaranto, soja, milho, tapioca, e tubérculos como a batata, mandioca e inhame;
  2. Lembre-se: a exclusão do glúten não tem a finalidade de perda de peso, mas isso pode acontecer devido ao melhor funcionamento do corpo sem a exposição ao alérgeno;
  3. É importante ainda manter bons hábitos: escolher lugares calmos para realizar as refeições; mastigar bem os alimentos; evitar a ingestão de líquido durante as refeições para não prejudicar o processo de digestão e evitar o consumo de alimentos refinados e industrializados;
  4. Também é recomendável aumentar o consumo de frutas, verduras e legumes, de preferência orgânicos; incluir no cardápio óleos vegetais como óleos de linhaça e de gergelim e azeite de oliva extravirgem, além de oleaginosas, tais como castanha-do-brasil, amêndoas, sementes de abóbora, linhaça e girassol;
  5. Ao comprar molho de soja, verifique se este contém trigo como componente.

Produtos sem glúten encontrados no Mundo Verde:

  • Farinha sem Glúten – FSG
  • Pão de mel sem glúten
  • Macarrão de arroz
  • Barra de frutas desidratadas
  • Granola sem glúten
  • Chocolate à base de soja
  • Barra de gergelim com linhaça
  • Quinua e produtos derivados como macarrão, além de grãos, flocos, farinha.
  • Amaranto (grãos, flocos etc)